segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Educar para a auto-estima

Imagem relacionada
Esta abordagem é sobre a educação para a auto-estima.
Numa breve pesquisa efectuada,constata-se que não há matéria relativa a este assunto emergente o que é de admirar que ainda ninguém faça um esforço para desenvolver e que desvalorize quando é suposto haver uma séria noção.
Por falar ultimamente em imposições,zás,surgiu recentemente uma crónica a alertar para uma visão mais positiva do corpo.
Ashley Graham uma modelo de tamanho grande,deu um excelente discurso motivacional numa conferência sobre a aceitação corporal.
A activista despertou-consciências através de uma lição de autoconfiança.
A época apela ao derrubamento de estigmas e isso requer coragem...não vai ser fácil romper barreiras,pois nem todos têm maturidade emocional para compreender temas sensíveis e delicados:primeiro deve-se acabar com a imbecilidade idealizada pelo machismo e meios de comunicação que está decaída;segundo,o caminho da auto-estima é longo e tortuoso mas no final vai valer a pena e último,deve-se reforçar exemplos positivos para no futuro haver referências.
Já é plena altura de haver alguém para orientar em termos de imagem e afirmar que a beleza aparece em várias formas e feitios!
Assumir o modelo não é para qualquer um e só quem passa pela situação tem histórias para contar.
Educar para a auto-estima é fundamental de modo com que as gerações não fiquem perdidas e sem rumo.As pessoas devem estar previamente informadas e quem lida com jovens,tem de saber ensinar a este respeito:faz falta transmitir novas mensagens e celebrar a diversidade de padrões dos quais muita gente não reconhece por não estarem habituadas a verem!!!
As próprias famílias devem começar a adquirir conhecimento,promover diálogos e ter um espírito de mudança para a descendência se espelhar um dia...convém acompanhar os problemas e as inseguranças para na idade adulta não sofrerem de remorsos nem vazios e sim serem suficientemente capazes de enfrentarem as adversidades.Uma auto-estima normal é sinal de equilíbrio e isto não significa educar alguém para procurar aprovação de terceiros,pelo contrário,é fazer sentir-se bem com o corpo sem o politicamente correcto;por exemplo,a pessoa ao invés disso pode dizer para se cuidar melhor,pequenas dicas fazem a diferença só basta ter em atenção para não cair em exageros.
É preciso tolerar as características individuais,a beleza real vai entrar em força e ganhar um papel de peso e de destaque na sociedade,daí ser importante haver conteúdo disponibilizado para as pessoas serem mentalmente saudáveis!
Pensando no assunto,é um erro associar só ao marketing da "Dove",o objectivo é exactamente esse de redefinir o conceito de beleza só não se deve confundir elogios com exaltação de egos.
Se ninguém suscita discussão,vai-se meter psicólogos ao barulho a explicarem tudo em algum artigo e a darem conselhos (bacocos) que talvez nem correspondam com aquilo que a pessoa sente ou precisa de ouvir...fica esquisito porque é algo básico para ser dito por um profissional de psicologia.
Na continuação da senda,há mais um texto impulsionador onde se espera que as pessoas contribuam no combate aos estereótipos.
A auto-estima também depende dos estímulos que se recebe e daqueles com que se rodeia.
Em resumo,é preciso cultivar a ideia da aceitação corporal implementando projectos e dinamizar todas as faixas etárias para o conceito de beleza real.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Anti ditadura de beleza

Imagem relacionada
Saudações!
Neste tópico,vai-se aprofundar sobre os padrões de beleza.
Os padrões de beleza são a coisa mais estúpida que foram estabelecidos.
Não existe uma escala para medir o grau de atracção da espécie feminina,isso não se encontra naquilo que é ditado pela maioria das pessoas,aliás,lá por muitos optarem por seguirem alguma tendência nunca foi sinal de ser agradável ou popular,pelo contrário,é induzir alguém frágil a pertencer a um rebanho!
Ser contra a ditadura de beleza,é rejeitar todo o tipo de imposição!!!A beleza tem a ver com diversidade,é um atributo individual e defende que uma mulher pode ser bela em qualquer idade,nacionalidade,altura,classe social,estatura e tom de pele desde que saiba vestir consoante o físico,que tenha auto-confiança e que acima de tudo cuide fielmente da imagem...isso sim,é o verdadeiro padrão real.
Actualmente começa-se a entrar na indústria,modelos de tamanho grande porém ao implantar isso está-se a definir outro estereótipo,a cair no mesmo erro das altas e magras oprimindo quem não se encaixa nem se identifica.Além disso há uma diferença entre ser curvilínea/cheia de ter excesso de peso:a beleza não é um desafio e os homens que são competitivos e preferem mulher-objecto,ainda são machistas,precisam de amadurecer ao invés de fazer comparações descabidas e aprender a respeitar as mulheres.
Determinar um conjunto de regras,deixa o público feminino a sentir-se mal com o corpo,depois surgem as inseguranças,problemas de auto-estima intermináveis e que possivelmente marcam alguém para o resto da vida...a culpa é de quem promove e normaliza uma imposição.Essa hipocrisia leva muitos homens a idolatrarem mulheres vulgares ou narcisistas,provocando preconceito sendo por este motivo que muitas não conseguem ser felizes!!!
O que é que a sociedade vai considerar desejável daqui a 20 ou 30 anos?Os extremos não são saudáveis e deve-se libertar das imposições sádicas e doentias constantemente a ditarem o que é bonito ou feio...as pessoas não devem ser permeáveis a ponto dos meios de comunicação moldarem/distorcerem a percepção de beleza;quanto aos que apoiam isto e dizem ser giro de se ver na rua,certamente esse homem ou mulher (enquanto alguém mais velho) é um(a) mal-amado(a) e atrasado(a).
Se as plataformas disseminassem a diversidade e não o desleixo e bizarrices,o amor-próprio iria aumentar por aí e o impacto seria positivo porque tomaria grandes proporções e a mensagem seria alcançada.
Ora através de uma breve pesquisa efectuada no youtube a propósito da beleza das mulheres portuguesas,descobriu-se um resultado aproximado:trata-se de um vídeo ofensivo feito por um youtubber coreano.
Analisando o contexto,dá pano para tecer um longo desenvolvimento.
O youtubber foi à rua escolher somente estudantes universitárias e rapazes de aspecto vulgar para serem entrevistados com o objectivo do canal ter visualizações.
Como a pergunta não dava para ser respondida,algumas ficaram travadas e outros deram respostas parvas e ocas afirmando ser genético,do clima e do sangue lusitano...enfim,culto ocidental da futilidade,fruto de programas rascas.
O que foi completamente abominável e injusto,são as brancas a dizerem que são morenas,altas,lindas e modelos quando são simplesmente gentinha reles,acéfala,foleira de corpo deformado e a sofrerem de um tremendo complexo de inferioridade,típico do povo português ser convencido.
Esta geração de jovens tem uma lacuna grave de uma forte falta de valores,de bases e sobretudo de estrutura moral.Quando chegarem a velhos também vão ser uma merdice por pensarem superficialmente:desde quando beleza é ser umas iguais às outras?Que lições elas vão saber sobre auto-estima?
Elas têm influências de estilo e muitas nem são naturais e sim não têm paciência para cuidarem todos os dias da imagem pessoal,comem porcarias,têm vícios e envelhecem depressa...seguem algo relativo à beleza justamente por andar na moda e ser imposto pelo marketing (ou divulgado nas redes sociais) e não no sentido literal de vaidade.
Em relação à espécie masculina do vídeo (e aos rebarbados),partilham do mesmo pelo facto delas próprias inflamarem o ego.
O irónico é que estavam na universidade a estudarem tanto e nem sequer tiveram capacidade de formarem opinião?Isto é escandaloso...a pergunta é um elogio envenenado,talvez para testar e gozar com a reacção das pessoas porque há parvinhos que costumam acreditar em tudo o que ouvem.
O vídeo do coreano foi de mau gosto,transmite uma ideia degradante e incentiva à discórdia.
A publicação emitida inconscientemente,é uma autêntica exaltação à mediocridade:no fundo se refere à camada jovem e dirigidos a quem convém,há uma falsidade dissimulada nessa generalização de modo a arranjar conflitos!!!
Por conseguinte,não existe um ideal universal de beleza;o vídeo baralha a cabeça porque o seu significado foi invertido.A frase é manipuladora e foi inventada por gente ignorante!E lamentavelmente Portugal como país desenvolvido,não tem abertura nem campanhas com modelos reais e comuns,o que torna difícil a aceitação.
Terminando,a ditadura da beleza é a raíz do sistema machista e o vídeo captado foi o reflexo desse conceito redutor.

domingo, 23 de julho de 2017

Pegada digital

Imagem relacionada
O tópico desta mensagem é acerca do emprego e as redes sociais.
Já se tinha ouvido falar por aí das consequências que isso pode trazer um dia,há uma ideia errada de que influencia na contratação e por vezes nem sempre é assim como fazem crer.
Passando ao desenvolvimento,o artigo esclarecedor não refere alguns aspectos principais.
O mail do cv pode não estar associado às redes sociais e encontrar pistas da pessoa através do motor de busca,é um argumento exagerado por requerer filtragem de resultados!
Muitos recrutadores recebem os currículos e nem sequer lêem devidamente,quanto mais ter paciência para andar a verificar de fora a pegada digital de cada um no meio de dezenas de candidaturas?Eles vão lá perder tempo a pesquisar previamente que reputação online alguém transmite!!!
Parece invasivo mas no fundo é uma óptima ferramenta de ajuda na selecção e até se torna bastante importante de outra perspectiva.
Eles são alheios a esta realidade e além disso a empresa tem de ter disponibilizado serviço de internet ou só se agora forem obrigados a aprender a esse respeito,sendo conveniente haver preparação neste sentido.
O recrutador deve ter uma noção e obviamente estar actualizado,o que não pode depois é vir um superior justificar afirmando ser invasão de privacidade com o intuito de enganar as pessoas,precisamente por não terem capacidade de distinguirem as coisas porque aquilo que é partilhado virtualmente não é confidencial e é preciso entender isso acima de tudo...um discurso deve ser autêntico e coerente;isto não pode ser como se quer e apetece,há que prezar pela competência no local de trabalho.
O assunto aberto é discutível a fim de saber o histórico pessoal:talvez no futuro a longo prazo as redes sociais sejam fundamentais no processo de recrutamento.
A única vantagem de usar uma rede social,só em caso do candidato apresentar pouca ou nenhuma experiência profissional,aí concordava-se com a decisão tomada pois seria menos exaustivo e mais eficaz.
Quando o recrutador vai verificar a pegada deixada online,significa que é uma forma de obter informação complementar acerca de um candidato antes da entrevista,ver que tipo de pessoa é e se o perfil no geral é adequado à empresa,caso contrário,está-se a incutir uma ilusão,pois nos empregos básicos não se adopta essa medida a não ser que seja num escritório ou que trabalhe com informática e comunicações e só se pode descobrir as actividades tornadas públicas nas definições dessa pessoa.
Também há mais um problema a ressaltar:a maioria dos recrutadores não sabem mexer nos programas do pc e vão andar armados em detectives?Eles só fazem aquilo que lhes é ensinado ao invés de se instruírem a favor do conhecimento tecnológico!!!Quem é ignorante devia ter vergonha,não é só mandar por mandar como se fosse uma casa,deve-se saber gerir o cargo e ter profissionalismo...enfim.
Voltando ao tópico,não se trata de observar meticulosamente a vida do candidato e sim alertar para ter cuidado com o que emite porque é uma marca eterna e pode chegar a afectar na procura de emprego,tanto pela positiva como pela negativa.
Eles têm a liberdade de bisbilhotarem se desconfiarem de alguma coisa exposta no currículo ou salvo determinadas circunstâncias;isso tal da lei de protecção de dados é uma desculpa esfarrapada:usada nesta situação não garante que vá ser cumprida!Se na prática contratam por exemplo alguém pela aparência ou dão prioridade a emigrantes,já é revelador.
Pelos vistos,muita gente interpretou mal esta matéria a ponto de ocultar tudo ou ter receios;na verdade o que se pede é para o próprio ter controlo em relação ao que coloca online.
O artigo é uma abordagem séria contudo grande parte disso depende da vontade dos chefes/directores.
Resumindo o tema,verificar a pegada digital do candidato no contexto laboral é subjectivo.

domingo, 16 de julho de 2017

"Quem anda à chuva,molha-se"


Foto de Estefânia Barroso.
Este texto é a propósito de uma crónica surgida no "P3".
Recentemente o site editorial da imprensa publicou uma crónica de uma pessoa sobre a violência nas redes sociais.
Analisando bem,ela é ingénua nas andanças da internet porque provém da falta de contacto com as redes sociais:ela conviveu numa época mais primitiva e distante na comunicação.
A autora é uma professora que veio procurar fama através da crónica:não tinha nada que criar um blogue e expôr para exibir que é moderna e sim se preocupar com a carreira dela,assim revela ser desocupada se o intuito é pescar seguidores.
O teor da crónica potencia um ciclo vicioso de comentários por duas razões:primeiro,ela devia ter observado melhor antes de debitar a opinião e segundo,tem uma percepção limitada a ponto de referir que é típico dos portugueses;o que não é verdade,qualquer nacionalidade assume outra postura atrás do ecrã,principalmente agressividade num espaço de debate e nesta parte não se mete o país ao barulho e sim questões educacionais.
O certo é que a Estefânia Barroso ganhou visibilidade e também está sujeita a críticas desagradáveis,pois não é só com os outros que acontece.Talvez os alunos cheguem a descobrir isso e as figuras ridículas que apresenta,mesmo que não falem nada e seja reconhecida na escola...uma licenciada com um tema do nível básico geralmente não é lá muito profissional no trabalho,costuma ser mente formatada e logicamente tem uma visão bacoca.
A equipa da redacção deve ter aprovado a publicação só por causa do estatuto,se fosse uma mera anónima não ia ter direito de ser lida;mal de quem a incentivou a escrever a não ser que fosse algo relacionado com a área dela!
É de admirar que só esse tipo de autores seja seleccionado para a secção do "P3",pois a constatação dela não é nenhuma novidade para alguém que depara diariamente com poluição verbal.
Há um detalhe controverso que faz confusão:ela salienta que as críticas são bem-vindas e em seguida fica ofendida ao dar um exemplo lido por aí de que os gays são obra do demónio?Esta é uma autêntica parvinha do politicamente correcto que se acha impune!!!
A liberdade de expressão para além de implicar ser racional,exige uma extrema imparcialidade e ela não pode lançar crónicas a influenciar terceiros com os seus gostos pessoais!
Pelo histórico lá no site,ela escreveu uma acerca do músico Salvador Sobral a defendê-lo dos achincalhamentos virtuais por ter proferido uma frase descabida durante um concerto solidário,citando até uns comentários que chamaram a atenção...ou seja,isto é demais!
Essa gaja irritante está a interferir com a reacção do público ainda por cima foram expostos sem autorização,ah pois é,acabou de reflectir a moral de plástico e o preconceito dissimulado...só pode ter sido uma forma de canalizar a frustração.
Quanto à página e ao perfil da quarentona,são desprezíveis!Parece ser uma pessoa que não atingiu maturidade suficiente devido ao conteúdo superficial e as fotos traduzem comportamento de adolescente o que compromete como docente.Ter assuntos insignificantes ou clichés é logo motivo para perder interesse neste caso,desconfiar porque ela já transmitiu uma reputação negativa.
A autora dá a sensação de ser intolerante com os que discordam por conseguinte é uma hipócrita que decidiu ter uma página e publicitar a fim de exclusivamente fazer número,aproveitando a vantagem de ser professora de modo a conseguir com que os leitores a respeitem e a oiça,emitindo coisas aleatórias.
Ela sabe pouco e quer apenas receber bajulações gratuitas para insuflar o ego.
Resta terminar com o velho provérbio:"Quem anda à chuva,molha-se".

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Caderno para folhas de rascunho

Imagem relacionada
Esta publicação é acerca de um caderno criado exclusivamente sem folhas.
Recentemente houve uma notícia que chamou a atenção:uma start-up australiana produziu cadernos só com capa,elástico e marcador.
A capa é dura e é no fundo um porta-rascunhos e não propriamente um caderno.
Desenvolvendo esta novidade,a ideia não tem nada de sustentável:o autor criticou os cadernos de papel reciclado mas ironicamente a capa também foi concebida a partir de papel 100% reciclado,ou seja,de material ecológico,dessas folhas que são rasgadas,portanto não é amigo do ambiente e sim uma forma arranjada para lucrar!!!
Como as pessoas não têm noção das centenas de folhas de papel impressas diariamente nem controlo sobre o que se deve realmente imprimir (ou fotocopiar),a lógica dele foi apenas atenuar o problema criando cadernos para folhas de rascunho;é uma base onde o utilizador se apoia para escrever na parte branca.
Quando estiver gasta o destino é o mesmo:ir para o lixo.
As folhas que saem da impressora no escritório,deviam ser guardadas para rabiscar,fazer molhos agrafados/cortados em tamanho pequeno para estar em cima da secretária ou então dar às crianças para desenharem mas muitos dispõem de uma máquina trituradora,algo grave!
O produto é mais um organizador recomendado especialmente aos mais desarrumados.Quem não pode ter,há sempre a hipótese de fazer exactamente a mesma coisa com uma bolsa ou pasta velha.
Isto é o fruto de imprimir resmas à toa (geralmente de um lado) quando é preciso começar a reduzir o impacto através de uma séria consciencialização dos danos ambientais provocados,economizando as impressões para no futuro a natureza não se ressentir.A reeducação neste sentido,tem de ser firme:não é chique nem normal desperdiçar grandes quantidades de folhas não por serem provenientes da empresa e sim das árvores.
O porta-rascunhos é o substituto de um caderno que evita a acumulação no escritório...é uma espécie de bloco de notas reutilizável.
Por outro lado,isto é a "gota de água" que leva as pessoas a reflectirem profundamente em relação à ética ambiental onde antes de chegar ao limite,deve-se expandir horizontes introduzindo este assunto.
Não se trata de fazer miséria no escritório até porque todas as folhas usadas para escrever têm a mesma origem só que vendidas em vários formatos e modelos:há uma diferença entre imprimir para fingir ser um intelectual ou trabalhador das que saem com erros ou falhas da impressora.
Convém acabar com o péssimo hábito impingido e deixar a máquina para desfazer as pilhas de arquivos e não folhas recentes e novas.Por exemplo,é escusado imprimir uma notícia ou página web para partilhar conteúdo interessante com alguém:lá por ser gratuito não significa que seja para andar a abusar dos tinteiros,pelo contrário,há que implementar um programa no local de trabalho partindo do individual para o colectivo.
O porta-folhas de rascunho é uma inutilidade inventada por moda quando o papel simplesmente pode ser reaproveitado sem a dita capa.
O objectivo do autor foi mal pensado e as impressões fazem impressão.

sábado, 1 de julho de 2017

Como obter informação de um emprego

Imagem relacionada
Saudações tenebrosas!
O tópico desta crónica é acerca de como obter informação de um emprego,principalmente como descobrir se um sítio é mau para trabalhar e se o ambiente não presta.
Ao efectuar uma breve pesquisa sobre as dicas de preparação para uma entrevista,os resultados captados são infinitos e é possível notar que são sempre unilaterais e não bilaterais,ou seja,são dirigidos ao candidato como se da parte do recrutador não precisasse de ser exigido uma certa conduta nem de saber nada antes dessa altura,transmitindo a velha mensagem de subordinação e de que se deve disfarçar a ignorância aparentando ser profissional e cordial para os agradar;esta crença está decaída e além disso eles mantêm confidencialidade da informação mais relevante.
Na realidade a história é diferente.O processo selectivo é o factor crucial que só pode ser adquirido através de experiências,onde evidentemente algumas pessoas andam totalmente alheias a isto devido à fraca dificuldade em arranjarem trabalho,achando ser culpa da pessoa em não conseguir uma vaga.Infelizmente nem todas passam por essa situação.
Pela constatação,aí vão enumeradas as 17 pistas para identificar um chefe ou até um futuro emprego rasca:
1 - se no dia da entrevista não tiver o currículo à frente,demonstra falta de ética;

2 - faz perguntas básicas e formatadas em vez de se adaptar ao perfil individual;

3 - quando o recrutador está ocupado e despacha o candidato,significa que não respeita quem está desempregado:o superior hierárquico não pode agir assim perante alguém que perdeu tempo em se deslocar até ao local para ser bem recebido;

4 - quando diz que precisa de alguém e depois afirma que tem de ter autonomia no posto:revela incoerência e além disso a maioria dos empregos requerem colaboração e não ficar sozinho a fazer tudo simultaneamente;

5 - marcar um horário e deixar o candidato à espera não valorizando a pontualidade,indica um chefe que não sabe gerir compromissos;

6 - quando diz que vai voltar a contactar nos próximos dias ou arquivar a candidatura para futuras oportunidades,na verdade o candidato foi descartado na entrevista;

7 - se não diz quanto é o salário,certamente é pouco ou então nem vão pagar;

8 - se não passa segurança e estabilidade profissional,é sinal de precariedade ou de alguma ilegalidade cometida;

9 - quando não há preocupação ou gentileza por parte do recrutador em perguntar o grau de necessidade,indica um péssimo exemplo de chefe que faz número na base de dados;

10 - se o emprego pede disponibilidade para trabalhar com horários rotativos ou determinados pessoalmente quando lhes apetece,é ainda pior:a pessoa vai estar sobrecarregada e se queixar durante a entrevista,não vai ser seleccionada para a função;

11 - se os empregados dão a impressão de não terem personalidade,é sinal de contratarem pessoas facilmente manipuláveis,desprovidas de capacidades próprias e ingénuas para formar uma espécie de equipa de "lambe-botas" ocupando o posto,um "clube de amizades" onde há conformismo,chico-espertice e onde os direitos passam longe do recrutador:eles têm tendência de aproveitarem dessa fragilidade,evitando colocar alguém normal para não ser visto como estranho pelas costas e não ser fofocado pelos colegas,procurando alguém pronto para os servir;

12 - se eles não deixarem as regras explícitas desde o princípio para não haver confusões,então aí é para esquecer;

13 - quando há seriedade só quando eventualmente convém,significa que é um mau sítio para se trabalhar;

14 - quando um chefe não se encontra presente durante algum tempo ou quando mais precisa,significa que no fundo está-se a borrifar para as responsabilidades e é um esquema deles para o empregado sentir-se obrigado a não abandonar o posto;

15 - se por acaso ouvir por aí que alguém andou a mudar de emprego,é claramente sinal de um chefe nervoso que coordena mal;

16 - se o recrutador não sabe cativar (ou é meio descontraído),também é um motivo para estar em alerta...esses não são de confiança e são uma armadilha para enganar o candidato;

17 - quando não é dito na entrevista o prazo estipulado do recrutamento para a empresa deixando dúvidas,é outro erro imperdoável!

É óbvio que existem empregos bons mas esses estão concorridos por serem poucos.
Não é difícil entender que existem pontos toleráveis e outros impensáveis,tudo é determinado após a entrevista:só cabe ao candidato avaliar mentalmente como correu em relação à expectativa criada.Entre a teoria e a prática,há um abismo.
O recrutador é o reflexo do contexto profissional envolvido...logo não existem muitos que sejam imparciais e competentes justamente por causa do modelo imposto na carreira que deixa muita gente condicionada.
Em suma,para obter informações sobre um emprego é preciso observar atentamente pelo geral o processo selectivo para chegar à conclusão que muitas entrevistas são feitas para eles estarem entretidos e se distraírem no trabalho.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Licenciatura em pipocas

O tema desta mensagem é sobre um anúncio de emprego caricato.
Há uns dias,circulou em duas fontes de imprensa uma notícia de uma empresa que procurava um vendedor de pipocas com licenciatura.
Antes de mais,ofertas destas são muito comuns com a diferença desta ter exigido alguém licenciado.
Passando ao desenvolvimento,os requisitos pedidos são estranhos para desempenhar funções tão simples.Seguem-se enumeradas as falhas:primeiro,porque é que eles preferem um candidato com experiência anterior em vendas?Não faz sentido,uma coisa não está relacionada com a outra porque para vender pipocas não é preciso apelar o cliente a comprar,neste caso não se deve confundir com o típico marketing comercial,isso claramente é uma treta imposta;segundo,porque é que deve ter elevada resistência ao stress?Lá está a controvérsia de alguns empregos!Mas afinal o candidato vai trabalhar em que sítio?Aí não está especificado e o stress faz mal,os recrutadores deviam ter bom-senso e não permitirem esse requisito e por último,porque é que o vendedor tinha de ter uma licenciatura?E era de quê que também não referia?Isto é extremamente de mau gosto,a empresa só pode estar a gozar com os candidatos!!!
Vender pipocas é um trabalho básico e acessível ao público geral,não é preciso ser profissional nem ter excesso de qualificações académicas.Quem determina assim um posto semelhante,comete um grave abuso,retira a hipótese de um desempregado ocupar esse cargo ainda por cima como é temporário não dá para progredir na carreira,grande tanga de anúncio!
Por este andar as pessoas vão começar a trabalhar antes de se reformarem...um emprego básico destina-se justamente a quem não tem estudos superiores nem tão pouco experiência na área,esse tipo de recrutadores deviam ser seriamente multados sem dó,além disso passa-se algo de muito errado para estes géneros de ofertas se tornarem frequentes:seguramente eles próprios não têm certificado nem formação teórica para ocuparem um lugar onde é suposto ser responsável e ter uma óptima capacidade de ética.Sabe-se lá através de que meios chegaram a chefes,o mal corta-se pela raíz e a culpa não é da Egor e sim da entidade prestadora de serviços.
Um anúncio de emprego não é como se quer e apetece,não se lança à balda,tem de ser bem pensado.
Entretanto,a Egor removeu esse requisito dizendo ser um lapso como se todos fossem parvos e acreditassem nesse argumento,talvez por terem sido apanhados pela comunicação social!A desculpabilização não engana ninguém.
Foi escusado andarem a responder porque não era só essa a questão que gerou discórdia,só apareceram para emendar o anúncio publicado porque sentiram-se obrigados a tal de modo a não ganharem visibilidade negativa e sairem prejudicados.
Pelo que se pode constatar,a justificação arranjada pela empresa foi mais para avisar de que viram o anúncio na imprensa e não com o intuito de convencer de que tinha sido um lapso:eles só apagaram o requisito para não sofrerem com o enxame de críticas,como é costume reagir quando a publicidade não foi do agrado da maioria!!!
Por conseguinte essa desculpa foi um truque utilizado;a lógica deles é sempre essa ao invés de enfrentar o problema.
Em relação à licenciatura,continua a ser reprovável...a entidade no fundo pode procurar um "licenciado em pipocas" e não admitir,o que é lastimável.E quando não há paciência para ensinar,querem logo uma "máquina" pronta a trabalhar,o dito esclavagismo.
Contudo não deixa de ser uma piada querer um vendedor de pipocas licenciado possivelmente em nutrição ou em agronomia alimentar para explicar ao cliente de onde vem o milho e o óleo da pipocologia.😂
Não basta ser uma empresa de trabalho temporário ainda têm de cair no ridículo com esse perfil para vendedor...francamente,só cá este "circo" é normal.
Santa ignorância!

quinta-feira, 8 de junho de 2017

"Quem trabalha de graça é o relógio"

Imagem relacionada
Nesta publicação vai-se falar sobre a definição de trabalho.
Há algum tempo tinha estado em destaque um artigo sobre umas mulheres que resolveram ser donas de casa.
Ora antes de começar,há um detalhe contraditório:por qual motivo duas dessas entrevistadas criaram um baby-blog?Nota-se que as autoras não têm lá grandes bases,se o intuito é exibirem o dia-a-dia dos filhos ou então a hipótese é a de estarem a usá-los de escudo para se protegerem e terem uma vida de parasita dado que não recebem ordenado.
Passando ao desenvolvimento,quando os filhos forem adultos vão ter vergonha de ter uma mãe que decidiu não trabalhar,pois depende só de uma fonte de rendimento para o sustento familiar e além disso,o dinheiro custa a ganhar.Eles vão crescer a ouvirem coisas absurdas numa época em que se apregoa a libertinagem.
Nem todas têm vocação para serem domésticas e vai ser difícil achar um homem que aceite isso por pensar ser interesseira!
Rejeitar uma oferta de emprego quando há possibilidade em detrimento de ser dona de casa,é arriscado,é querer no fundo um privilégio não assumido como foi o exemplo destes dois casos em particular.
Obviamente que tem inúmeras vantagens mas a pessoa fica condicionada de ter liberdade financeira porque não é um trabalho pago ao final do mês!É preciso ter em conta do lado menos bom:não se pode queixar se de repente acontecer algum azar.
Uma verdadeira directora executiva do lar tem de ter obrigatoriamente noção básica de nutrição,medicina,decoração,tecnologias,cultura geral,ser cozinheira,dar valores estruturados,formação cívica,ser equilibrada,racional,saber vestir (moda),ter uma organização eficiente,ser ecologista e ter consciência de ética animal.Deve-se ter um plano de gestão familiar,evitar ser acumuladora e dar luxos aos filhos.
A doméstica tem de aprender truques e dicas essenciais e ensinar um dia mais tarde aos elementos da casa,tal como dividir as tarefas se não vai ser confundida de criada do marido e muitas infelizmente continuam a cair nesse erro crasso!!!
Não basta constituir família para se esquivar à incompatibilidade de horário de trabalho:é preciso ter disciplina.
Por outro lado,já estava na hora de se reformular o conceito de actividade remunerativa...por enquanto um trabalho não lucrativo praticamente não traz dignidade apesar dos benefícios.Por esta perspectiva,o voluntariado também devia ser profissão porque a pessoa serve a comunidade,o mesmo de ser ambientalista é prezar pela natureza,cuidar pessoalmente de idosos e tomar conta de animais devia ser legalizados como trabalho!São funções a favor da dimensão ambiental,humana e animal.
Tudo faz parte de um grande ecossistema.Se estas opções fossem abertas,não iriam faltar gente a dinamizar a sociedade!Entretanto estes serviços são desvalorizados por simplesmente não terem ganho um papel importante...ainda se considera algo convencional:é necessário quebrar o preconceito e despertar para a realidade.Se for assim,quem haveria para se dedicar ao lar,à educação e ao resto claro?O tempo pede para repensar na definição de trabalho,o sistema está saturado.
Portanto,há ignorância em relação a ser dona de casa igual ao voluntariado que é associado à caridade e do qual os próprios afirmam que o altruísmo não tem preço.
O lar é o berço da civilização.Uma doméstica tem uma carga de responsabilidades!E talvez no futuro próximo o paradigma mude e os estigmas acabem.
Confirma-se o velho provérbio:"Quem trabalha de graça é o relógio".

sábado, 3 de junho de 2017

(re)Definição do conceito de leitura

Resultado de imagem para leitura
Saudações do Canto das Sombras!
Ultimamente tem sido ponderado lançar uma crónica sobre a definição de leitura e chegou agora finalmente a altura certa de abordar o tópico.
Ler costuma estar associado a livros,grandes obras literárias e autores reconhecidos,caso contrário,existem aqueles prontos a acusarem de não leitura.
A ideia impingida de que só devem ser livros para ser considerada leitura é errada (e grave),isso limita uma pessoa de saber mais.
Actualmente os livros são destinados a gente vazia que não estimula o pensamento e aos carrascos,ou seja,no fundo pouco ou nenhum valor tem tratando-se de histórias vendidas para a distracção e entretenimento de um nicho de compulsivos e fanáticos.Não têm teor moral,não revolucionam nem agitam a vida do leitor...um livro tornou-se meramente num produto rasca.
O público geral depende da leitura real para cultivar o intelecto e sobretudo ter o espírito crítico:jornais,revistas em edição papel/formato digital,sites de imprensa,notícias,blogues,fontes fiáveis de informação,visitar páginas web e plataformas oficiais de discussão tudo conta como leitura.
Ler é ler seja o que for até no smartphone.É preciso acabar urgente e definitivamente com o rótulo de leitura corriqueira,por ser efémera e deixar de criar este preconceito:traduz-se numa questão de receptividade à informação.
Ler é ouvir alguém através do ecrã o que o emissor está a comunicar e é a base da aprendizagem.
O receptor tem de ter a noção daquilo que filtra,uma leitura é uma mensagem disseminada,logo há que ter o cuidado de ler coisas importantes,de qualidade e concretas e não ajudar a alimentar a má-informação.Deve-se evitar absorver conteúdos abusivos,duvidosos e falsos e prestar muita atenção quando se navega na internet e ao que se capta...a construtividade além de melhorar o ambiente virtual,promove a curiosidade em ler e gera motivação pelo impacto positivo que causa.
Por exemplo,esta nova corrente de psicólogos aproveitam para editarem livros por preguiça de explicarem e aconselharem o paciente ou o grupo pessoalmente,alguns deles se distanciaram do objectivo profissional ao aparecerem para discursar publicamente,retirando totalmente a credibilidade à profissão da área da saúde mental:esse tipo de psicólogo ironicamente o próprio é que precisa de terapia por reduzir o papel de psicologia.
Um livro de auto-ajuda não deve ditar clichés muito menos ser uma marca pessoal!!!Alguém assim transmite uma péssima reputação pelo facto de não fazer parte do trabalho.
À semelhança do ambiente virtual,a pessoa deve seleccionar aquilo que é supérfluo e emite poluição verbal nas estantes das lojas do conteúdo que interessa.Por exemplo:porque é que jornalistas,famosos e alguém de uma posição privilegiada tem de escrever a merda de um livro?Aí está o problema.
Voltando ao tema,ler uma informação online dispende o mesmo tempo de um livro normal e ninguém pode negar.Enquanto o primeiro é eficaz,o segundo leva dias a ser concluído e requer paciência e capacidade do leitor.
Um artigo bem redigido enriquece o vocabulário do seguidor e inspira terceiros a escreverem sobre um determinado assunto,revelando também o grau de desenvolvimento cultural e educativo das pessoas.
Depois obviamente há sempre aqueles que não têm disponibilidade para ler devido à falta de tempo;é sempre recomendável reservar a ler generalidades durante um período livre por três motivos comuns:
- ler com regularidade fortalece a memória e os neurónios a longo prazo;
- ilumina a mente;
- passa-se a entender aquilo que rodeia,diferente da comunicação oral.
Isto não é uma doença contagiosa para se andar com desculpas esfarrapadas!Todos já têm habilitações suficientes para interpretarem textos,portanto deve-se esforçar para ler artigos úteis e formais...é só praticar e manter um hábito!
Ler não custa nada nem implica exactamente estar metido numa biblioteca ou livraria feito maluquinho a devorar livros:a percepção a este respeito ainda é ultrapassada e antiga que não corresponde com o conceito moderno de leitura,é hora da lógica ser redefinida.
Recordando o provérbio "o saber não ocupa lugar",salienta-se que jamais deve haver distinção entre um livro ou outro meio utilizado para acumular conhecimento literário!Tudo serve e se encontra relacionado e é fundamental na próxima escalada da evolução humana.
A leitura generalista contribui em peso na expansão da visão e dos horizontes.
Terminando a mensagem,resta afirmar que vai despontar a era da (re)definição do conceito de leitura.

sábado, 20 de maio de 2017

A mediocridade dos anúncios de emprego

O tópico desta crónica é sobre um anúncio de emprego invulgar que fez estourar uma onda de alvoroço.
Há já algum tempo,circulou em várias fontes de imprensa uma notícia que suscitou muita falácia devido à mediocridade da oferta entretanto retirada do ar.
A empresa em questão dizia ser de serviços informáticos onde procurava desenvolver uma equipa para criar conteúdo web em várias áreas destinado ao público feminino.
O responsável é ironicamente um luso-alemão:não tarda nada vai estar entregue aos emigrantes.
Analisando o artigo,praticamente é possível tecer uma longa dissertação dos pontos negativos que o anúncio envolve,seguindo enumerados:em primeiro lugar,foi uma forma de provocação às mulheres portuguesas;em segundo,revelou machismo;terceiro,foi ofensivo;quarto,houve uma leve xenofobia;quinto,discriminou o género masculino por não ter a mesma capacidade de comunicação do feminino,rejeitando-os do anúncio sendo o alvo as mulheres brasileiras;sexto,ao exaltar as características já demonstrou a falta de princípios aliada à falta de ética profissional,pois todas as empresas têm de prezar pelo código de conduta;sétimo,cometeu uma grave injustiça (e desigualdade) de oportunidades tanto para as mulheres e homens portugueses que deviam ser prioridade para uma empresa registada em Cascais e último,mais valia ter se instalado no Brasil porque aqui não compensa.
Mas onde é que ele vai encontrar candidaturas de centenas de brasileiras licenciadas em Portugal?O responsável anda totalmente alheio à realidade...custa acreditar,parece uma piada manter certos requisitos,é quase como se procurasse acompanhantes de luxo,só não foi mencionado a boa apresentação e a idade!
As que emigraram para cá são pobres,sem classe,incultas,por vezes de permanência temporária,vivem em casas alugadas,têm habilitações insuficientes (aprender não é com elas) e geralmente trabalham em cabeleireiros,centros de estética,lojas,maquilhadoras e clínicas de massagens.
Quanto às portuguesas,elas são assim precisamente porque a maioria dos empregos não dão condições para serem felizes,igual a esse anúncio desprezível:não querem pessoas depressivas e inseguras com a vida mas também não se preocupam com a dignidade humana dos colaboradores!
É proibido as empresas promoverem uma lógica preconceituosa...um trabalho é para quem tem competências e o responsável tem de saber avaliar o candidato.
Conceber uma plataforma digital que reúna isso tudo seria melhor se o anúncio não fosse tão absurdo e para ser removido uma parte (ou por completo),é porque ele tomou consciência e notou de que não haveria hipótese nenhuma de ser concorrido,que tivesse pensado primeiro antes de ter emitido um tamanho disparate.
As comissões reguladoras têm de começar a apertar com as empresas onde os critérios são favoritistas e a detectarem ofertas suspeitas,seleccionar um determinado alvo nos anúncios é ilegal ou então no fundo o objectivo dos empregadores é justamente os candidatos mais fáceis de convencer a ocupar o posto (para explorar talvez?)...é preciso medidas sérias nestes casos:enquanto um anúncio for estigmatizante nada feito,as barreiras devem ser rompidas e a culpa é da passividade do povo que acha todas as imposições normais ao estilo terceiro mundista,por isso Portugal é sempre gozado lá fora.
Além disso contribui no prevalecimento de estereótipos,portanto esse anúncio de emprego era falso pelo facto de ter causado desentendimentos!Se toda a gente se revoltasse/confrontasse a ideia,eles iriam respeitar os candidatos,pararem de ganhar vantagem e sobretudo iriam deixar de serem reconhecidos pelos motivos errados.
O luso-alemão atacou as portuguesas e em detrimento elogiou as brasileiras,ou seja,ele acabou por denegrir as mulheres e isso ninguém devia permitir,foi muito baixo-nível!!!E já agora,como é homem devia estar numa empresa só de homens.
A espécie feminina pelo menos devia ser unida no combate aos anúncios de emprego degradantes,aquilo é um sinal claro da falta de profissionalismo da parte do empregador,pois uma oferta não se lança sem pontas por onde pegar e sim bem pensada.Assim ele "cavou a sua própria sepultura".
Concluindo,se as pessoas não fossem tão conformistas as empresas iriam ser obrigadas a mudarem os requisitos,até lá eles vão arranjar argumentos injustificáveis.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Aplicação de auto-censura

Resultado de imagem para trickpics
Saudações sombrias!
O tema desta mensagem é sobre uma aplicação para auto-censurar a nudez.
Há algum tempo houve uma notícia interessante:o site "Porn Hub" criou uma aplicação chamada Trickpiks para quem gosta de tirar fotos impróprias sem medo de ser ofendido.
A app utiliza filtros para ocultar as partes críticas do corpo a fim das redes sociais não removerem fotos de nudez explícita.
A invenção é inútil e contradiz com os critérios estabelecidos,pois acompanha a vaga da libertinagem por isso depois muitos não entendem até que ponto algum conteúdo é aceitável.
O site arranjou uma forma de desafiar as regras contudo continua a ser nudez:os ícones por cima só atenuam a noção de pudor e não significa que a pessoa esteja coberta concretamente,trata-se apenas de camuflar a indecência.
É pura mariquice ver um borrão/desenho,mais vale estar vestida para não dar problemas...quem é que vai guardar no aparelho as imagens e ter a coragem de mostrar a intimidade auto-censurada a alguém?Aí está em força a dita perversidade e além disso o autor vai sem dúvidas ser gozado pelas costas,a lógica da aplicação é exactamente essa:não perder o teor erótico.
Ao partilhar virtualmente fotos do Trickpiks numa rede social qualquer,a pessoa não está livre de constrangimentos,isso é uma ilusão monumental incutida acabando por estimular na mesma comentários obscenos!!!
Por outro lado,também é uma estratégia do "Porn Hub" para pescar membros,aumentar visualizações e principalmente descobrir futuros actores porno amadores que estejam atraídos para fazerem vídeos adultos e exibirem lá no site...o administrador foi esperto nesse sentido porque o intuito do projecto está relacionado com a visibilidade ao site,ou seja,a ideia no fundo é uma publicidade.
A nudez auto-censurada é esquisita porque é um meio de incentivar os utilizadores a normalizarem o que sempre foi considerado sugestivo.
As pessoas vão arriscar a privacidade e a informação pessoal com esse tipo de ferramenta,por conseguinte é perigoso se não tiver a capacidade de auto-controlo...a melhor opção seria editar a foto num programa de computador por ser mais seguro,o que não falta por aí são editores manuais de imagem,o "Trickpiks" baseia-se numa aplicação rápida,fácil e automática para Iphone e esse detalhe é bastante questionável;não é por ser destinado aos preguiçosos como não é recomendável,seja uma invenção para fotos íntimas ou não a única certeza é a de ir longe demais.
Os mais desinibidos vão aderir por dar jeito e para evitar que o perfil seja bloqueado através de denúncias.
Para terminar,o "Trickpiks" é um meio-termo inútil.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Filhos da "realeza"

Imagem relacionada
Este tópico é sobre os pais que deram a melhor escola aos filhos.
Há tempos surgiu uma notícia a dizer que um conjunto de pais resolveram expandir uma escola no concelho de Mafra.
Não se trata exactamente de uma escola como se dá a entender e sim de um colégio!
Um encarregado com poder financeiro e possibilidades,planeou desenvolver as instalações com a ajuda dos membros da comunidade.Foi apenas uma realização de um projecto pessoal,logo não é uma novidade até porque eles já têm as coisas facilitadas.
Passando à crónica,o colégio tornou-se destinado para crianças até ao 6ºano e inclui actividades extracurriculares que dantes não proporcionava aos filhos mimados dos ricos.
O próprio sócio afirma que "O objectivo é criar micro-aldeias onde toda a gente se conhece"?Como assim?A expressão é vaga porém levando à letra essa micro-aldeia do ponto de vista dele,tem de ser elitista,ou seja,só funciona entre os que lá andam ou andaram como se isso marcasse a diferença!!!
Enquanto se bajula este trunfo,o ensino público anda degradado,às vezes há falta de verbas para melhorar as condições e dificulta-se a quem não tem dinheiro de oferecer uma aprendizagem digna e de qualidade aos filhos.
A isto chama-se desigualdade de oportunidades e esta é a razão principal de Portugal nunca alcançar o nível educativo da Finlândia:há uma diferença abismal de classes sociais.
A sociedade só vai ser justa quando se reconhecer que o papel desempenhado pelo sistema não promove a harmonia e é preciso acabar com os colégios mas antes de tudo deve-se parar de alimentar discrepâncias porque estas crianças em adultas vão ocupar posições de comando e cargos importantes,tal e qual aos pais e depois essas pessoas se convencem que são privilegiadas por não estarem habituadas a viverem com menos!
Essa escola no fundo foi construída a pensar no interesse da camada alta e não em crianças no geral,além disso foi tão esperto que até se esqueceu de disponibilizar parque,areia e terra para terem contacto com a natureza...a ideia foi reproduzida a partir do modelo de uma escola pública moderna ao invés de ser original.
As academias existentes dentro do colégio não servem de nada a quem vem de fora a frequentar porque certamente os pais também vão ter de pagar um balúrdio!Não beneficia os menos favorecidos,portanto não é um estabelecimento de ensino revolucionário e sim um luxo idealizado.
A notícia foi um meio de divulgar em massa o novo espaço que de outra maneira o sócio não ia conseguir.
Para haver mudanças,deve-se haver sensibilização primeiro:este paradigma é inadmissível e praticamente terceiro mundista a contrastar com os países nórdicos.
Não se trata de diabolizar esse encarregado de educação mas do plano em si de "dar a melhor escola aos filhos":seria de louvar se construísse para os mais carenciados...por aí se pode deduzir o tamanho do preconceito e no fim,este país fica sempre em último lugar do ranking europeu,onde inacreditavelmente ninguém se escandaliza.
O pior é não se estranhar o sistema imposto,improdutivo e vicioso.
Pagar para estudar ou obter conhecimento é abominável,seja público ou privado!O ensino devia ser gratuito excepto as matrículas e os manuais escolares fornecidos pelos estabelecimentos onde fosse reutilizável no final de cada ano lectivo e não comprado nas livrarias/papelarias.
A instrução é a base de um povo,que merece ser partilhada colectivamente e não individualmente,essas entraves transmitem a ideia errada de que a educação é um negócio e os pais que desenrasquem para manterem as entidades parasitas no controlo.
Assim o dinheiro seria canalizado para investimentos úteis...devia-se começar a planear numa alternativa sustentável.
Bastava imaginar aquilo que se quer cultivar para o futuro de uma nação:será que esta gente gostaria que a discriminação prevalecesse?É este o conceito de valores?
A dita micro-aldeia é no sentido dos alunos terem estabilidade,desde a creche até ao 6ºano e se familiarizarem através do convívio de longa duração.
Quando saírem dali,vão ter uma vasta rede de contactos para um dia recomendarem cargos profissionais de topo e talvez chegarem a políticos com o compadrio!!!
É o seguinte:estudar não é um bem adquirido para ser exclusivo a quem tem grandes bolsos.
Concluindo,a escola ideal não forma filhos da "realeza" e sim cidadãos livres e com consciência ética.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Surpresas românticas em público

O tópico desta crónica é sobre as declarações públicas de amor.
Numa pesquisa efectuada a fundo no youtube a propósito dos pedidos de casamento,constata-se que para além de existirem várias formas não parece surpresa.
É certo que ao visualizar os vídeos disponibilizados há os seus contras,no entanto um acontecimento único precisa de reunir testemunhas mas nem tudo é um mar de rosas.
Há um detalhe a ressaltar:a dita surpresa tão aguardada na etapa de um casal na verdade já estava obviamente planeada porque antes de colocar o anel deve-se tirar as medidas do diâmetro do dedo,portanto nesta parte não é novidade.
Desenvolvendo a mensagem,procurar um meio fácil de exibicionismo não é o aconselhado por estas razões:primeiro,causa desespero aos solteiros;segundo,o vídeo dá o direito de alguém próximo dos membros cobiçar a felicidade principalmente se os ex descobrirem;terceiro,dá a liberdade de alguém se intrometer no caminho para invejar e tecer comentários;quarto,os carentes ficam melosos e por último,a gravação expõe o casal inconscientemente aos assaltantes.
Se um relacionamento anterior foi conturbado,um ex pode querer reatar com desculpas esfarrapadas para ter atenção!Um vídeo online de um pedido de casamento vai naturalmente ferir a susceptibilidade quando é suposto filtrar e restringir a pessoas de confiança.
Também pode ser uma artimanha para perdoar alguma coisa ocorrida no passado e não ficar com remorsos,daí chorarem com o nervosismo.
Isso não prova que gostam mesmo um do outro,ou seja,a lealdade manifesta-se no dia-a-dia e não através de uma encenação para distrair o resto do mundo.
Um vídeo de uma declaração serve para fascinar quem vê e depois há aquelas pessoas que até chegam a influenciar na resposta e isto devia ser inadmissível na decisão...enfim,tornou-se apenas num mero espectáculo banalizado onde são os outros que contam e se metem onde não são chamados.
É compreensível que eles queiram ter memórias para no futuro recordar do episódio tão marcante,porém colocado na internet vai ficar esquecido e demonstra a preocupação de ter aprovação de terceiros ao invés de ser de quem realmente interessa!Assim passa o intuito de que a prioridade é a reacção do público e não o relacionamento.
Uma surpresa destas em público perde o simbolismo porque implica levar com desconhecidos a filmarem e é estranho os casais não se sentirem incomodados diante as câmeras alheias a captarem a cena:é preciso ser tremendamente narcisista.
É escusado usar o argumento de não ter amigos,nem tudo é exactamente como se diz podendo revelar insegurança na aceitação.
Se falta o básico e de repente vem com uma bomba dessas,ela vai ser obrigada a dizer o sim com o entusiasmo por achar romântico e são sempre os homens ricos e nunca os pobres a usufruir da alegria,por aí nota-se claramente que tipo de homem prefere pedir em casamento.
Quanto à ideia em comum dos vídeos,eles contactaram uma agência de eventos  (ou um grupo) para organizarem o pedido num espaço público (equivalente às serenatas) do agrado dos dois,onde muitos escolheram exprimir pelo flash mob ao som da famosa música de "marry you" de Bruno Mars e uns poucos fizeram reportagens/discursos clichés como por exemplo:"tu és a nova página que quero começar apesar do que te fiz sofrer e escrever a nossa história no livro das nossas vidas",como de costume.
A maioria dos homens esquivam-se à exposição por serem inibidos e esses são confundidos com egoístas,sendo imperdoável a passividade e o coitadismo dos que rodeiam,se for uma mulher surge logo de um buraco uma brigada de hipócritas a criticar.
Ainda por cima todas são novas que não sabem metade do que é a vida:há casais que não merecem a sorte que têm,anda tudo virado do avesso;por vezes uma declaração pública é uma idealização transmitida dos filmes românticos do qual muitas sonham ser protagonistas e alcançar esse capricho imitando,havendo entretanto a hipótese da valiosidade estar nas mãos erradas!!!
O anel oficializa o noivado,é importante assumir o compromisso aos círculos pertencentes dos dois membros num dia especialmente dedicado para trocar os votos e conviver e não esconder a pessoa amada,pois é determinante para o passo seguinte como manda a tradição.
Resumindo,os vídeos referentes a este tema provocam pressas em pessoas fragéis.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Marketing de mau gosto

Saudações assombradas!
Esta mensagem vai ser acerca do marketing da "Control".
Recentemente foi deparado uma notícia bastante polémica:a marca de preservativos emitiu uma publicidade na rede social que desagradou muitos seguidores.
Ora antes de desenvolver,salienta-se que a "Control Portugal" já tem um histórico péssimo a nível de comunicação acabando de revelar mais um exemplo desta faceta.
Ao que se pode observar,eles publicaram uma imagem a simular a dita posição cliché do casal com uma legenda absolutamente repudiante do qual os distraídos não deram conta e aparentemente passou despercebida à maioria das pessoas achando ser inofensiva.
O mal estava na expressão "dando total poder ao homem".Embora seja o elemento masculino a usar o produto,uma relação pertence aos dois e consiste em trocar prazer,ou seja,o afecto tem de ser recíproco.O respeito e a mutualidade são os ingredientes fundamentais e ainda existem mas não foi isso que quiseram destacar:o termo "poder" arruinou tudo.
A legenda acompanhada soou a machismo,dando a impressão do elemento masculino prevalecer com um papel dominador no acto e o feminino ser submisso;o tal poder de insuflar o ego sem se preocupar se a parceira gosta e estar ali a servir de objecto de consolo (em vez de ser a solo).
Quanto à imagem escolhida,é por ser a preferência de muita gente atrasada que se contenta com o básico e se conforma com pouco...os reprimidos e bacocos.
O marketing é gerido por homens na casa dos vinte:é cada publicidade lamentável que devem estar a gozar com os consumidores e com os outros!!!
A marca costuma lançar campanhas muito rascas e apesar de ser destinada ao alvo jovem,a direcção convinha ter um regulamento estipulado afim de não haver problemas com o público.
Uma determinada publicação na página tem sempre repercussão na imprensa e os responsáveis também deviam reflectir na reputação que está a transmitir ao apagar uma simples imagem que gerou críticas,pois é grave levar as pessoas a fazerem número,eles ganham visibilidade pelos piores motivos por isso têm um longo caminho a percorrer.
A "Control" deixa sérias dúvidas quanto aos conhecimentos de marketing por parte da equipa:se a página comete erros,é obrigatório se justificar perante a audiência através de um esclarecimento plausível,fiável e autêntico.Desta forma nunca ninguém vai perceber o objectivo e pensar que as feministas histéricas foram as culpadas por terem demovido e serem contra os casais heteros,principalmente pela imagem ter sido vista por uma famosa que é a porta-voz do movimento;agora é que o feminismo vai perder credibilidade com essa resposta.
Por coincidência,a marca não apagou por vontade delas e sim por ser uma atitude normal,pena não ter indicado o mal da frase na altura certa,os seguidores assim ficam confusos.
Quando se representa um produto,é preciso considerar os comentários.Ao ocultar,as pessoas desvalorizam o sucedido surgindo um efeito "bola de neve" e isto significa que os membros da equipa não se importam com as reacções óbvias:uma ideia tem de causar impacto satisfatório e positivo e não ser à toa nem de mau gosto,devendo saber usar técnicas cativantes de abordagem.
A empresa baseia-se em preconceitos ultrapassados para promover algo ou então eles se aproveitam dessa lógica imposta,sendo inaceitável demonstrar a falta de valores morais.
A marca tem uma perspectiva tacanha de intimidade quando é suposto trazer informação relevante e novidades interessantes sobre o produto.
Decidir apagar algo não resolve nada,pelo contrário,induz as pessoas a descartarem da lista e depois o negócio cai a pique:além de ser baixo-nível,dá razão a quem criticou.
Conclui-se que a "Control" lança marketing de mau gosto.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Fotografias de nascimento

Imagem relacionada
O tópico desta crónica é acerca de uma divulgação de fotógrafos de nascimento.
E quando se achava que o fim da gravidez é um momento de respeito e não de causar burburinho online,zás,aparece uma notícia destas como se as pessoas não soubessem o que é um parto.
Isto é tão abominável que nem tem pés nem cabeça!!!
As fotos fazem lembrar as reportagens televisivas em que os casais falavam de como se conheceram e esperavam anunciar a chegada da criança.Contactar uma fotógrafa para captar a instante de sofrimento,não é diferente.
Primeiro,as fotos são bonitas para os pais e não para quem está de fora;segundo,devia ser confidencial e último isso é uma busca por um protagonismo doentio com o objectivo das grávidas não serem contrariadas.
A galeria é forte e perturbadora:como é possível elas terem coragem de exibir um dia mais tarde fotos tão constrangedoras aos filhos (e à descendência)?As imagens são nojentas,extremamente perversas e acima de tudo irracionais estilo cadelas parideiras.
Pelo site,essa associação não é lá muito fiável:o membro devia se registar para aceder ao conteúdo restrito e não estar disponibilizadas a desconhecidos...os visados podem se incomodar por motivos óbvios;devia ser obrigatório eles terem uma base de dados,daí a contradição da descrição.
Há uma blogger que abordou aqui algo semelhante com toda a razão:há grávidas que fazem uma sessão reles na tentativa desesperada de caçarem elogios como se fosse moda,ou seja,são egocêntricas e não percepcionam os limites entre o escândalo e o bom-senso,arriscando as fotos de irem parar a sites eróticos.A culpa é de quem lhes satisfaz o ego,por isso elas recusam ser discretas.
Voltando à mensagem,fotografar o parto também é desnecessário e as pessoas devem estar mergulhadas nas profundezas da obscuridão para não achar nada estranho.
Os fotógrafos de nascimento fazem negócio porque há casais desmiolados que os procuram e eles agradecem!As profissionais não olham a meios para atingirem os fins se houver alguém que apoie a ideia mesmo sendo banalizada.
É crucial haver um intermediário para aconselhar num período tão frágil devido às grandes alterações hormonais ocorridas,antes de sujeitar um ser indefeso a indecências:esta falta de pudor mais tarde vai afectar.É lamentável já não haver estofo moral nem princípios na maioria das famílias,a dignidade está perdida.
As imagens vão circular entre os colegas de trabalho ou então os membros podem ser identificados por acaso na escola e depois o ambiente há-de ser uma maravilha...o casal até pode fazer um book do nascimento da criança se for essa a vontade,desde que seja pessoal e não exposto.São um alvo fácil de serem alojados em sites impróprios e um com uma criança a assistir!!!
Será que esses casais têm noção de que podem ser acusados de pedofilia?Ou de que os filhos podem ser retirados injustamente devido a esse exibicionismo camuflado de retrato feliz do nascimento do irmão mais novo?Esta gente é um asco,fotos desse tipo levam a ser mal interpretadas e são duvidosas.
A criança é um escudo de forma a todos aceitarem a naturalidade do corpo da mulher,dado que muitas têm uma fantasia não assumida/reprimida de serem vistas por terceiros sem complexos na internet,logo o parto é um pretexto usado para estarem nuas sem serem enxovalhadas.
Estas mães não têm discernimento das figuras tristes...além disso outra hipótese é no futuro mostrar a foto para influenciar e contar mentiras (onde aparecem sozinhas) arranjando confusão.
Geralmente são as mesmas que conseguem sempre aquilo que querem,não prestam,são permissivas com os filhos,as tais de índole medíocre que saem como vítimas.
Estes casais acreditam erradamente que estão a fazer um bom papel mas só se aprende se passarem por uma experiência negativa e entretanto vão-se esquecer que tiraram fotos bizarras.
Neste caso é inevitável queixar do assédio,estão a pedir.
As fotografias de nascimento colocadas online são o rasto da nova geração de pais,onde a privacidade não consta no vocabulário.
"O discurso é o rosto do espírito." Séneca
"A vida é uma simples sombra que passa (...);é uma história contada por um idiota,cheia de ruído e de furor e que nada significa." William Shakespeare
"O homem que não tem vida interior é escravo do que o cerca" Henri Amiel
"É bom escrever porque reúne as duas alegrias: falar sozinho e falar a uma multidão" Cesare Pavese .